“Neste guia, você vai aprender como importar da China passo a passo em 2026, mesmo começando do zero.”
Como Importar produtos da China já se tornou uma das principais formas de economizar dinheiro no Brasil e, para muitos, o primeiro passo para iniciar um negócio próprio. Com o crescimento das plataformas internacionais e as mudanças nas regras da Receita Federal, entender como importar da China corretamente em 2026 é mais importante do que nunca.
Se você está começando agora, é normal ter dúvidas sobre impostos, prazos, riscos e até mesmo medo de perder dinheiro. Este guia foi criado exatamente para isso: mostrar o passo a passo da importação da China, de forma clara, prática e segura, mesmo para quem nunca importou nada antes.
Ao longo deste artigo, você vai aprender:
- Como funciona o processo de importação do início ao fim
- Quais impostos e taxas podem ser cobrados
- Onde comprar com mais segurança
- Como calcular seus custos corretamente
- Quais erros você deve evitar para não ter prejuízo
Este é um guia introdutório, pensado para quem quer começar do jeito certo.
O que significa importar da China na prática?
Importar da China, na prática, significa comprar um produto em uma empresa estrangeira e trazê-lo legalmente para o Brasil, seguindo as regras da Receita Federal, dos Correios e das plataformas de venda.
Esse processo pode acontecer de duas formas principais:
- Importação para uso pessoal (CPF)
- Importação para revenda ou negócio (CNPJ)
Na importação como pessoa física, o foco costuma ser consumo próprio ou pequenas quantidades. Já na importação como pessoa jurídica, entram regras mais complexas, como habilitação no Radar, despacho aduaneiro e regimes especiais.
Um erro comum de iniciantes é acreditar que importar é apenas “comprar e esperar chegar”. Na realidade, existe um processo logístico, fiscal e aduaneiro que precisa ser compreendido para evitar problemas como multas, retenções ou perdas financeiras.
Como funciona o processo de importação da China
De forma resumida, o processo de importação segue estas etapas:
- Escolha do produto e do fornecedor
- Realização do pagamento internacional
- Envio do produto ao Brasil
- Fiscalização pela Receita Federal
- Possível cobrança de impostos
- Liberação e entrega pelos Correios ou transportadora
Cada uma dessas etapas envolve cuidados específicos.
Quando o produto chega ao Brasil, ele entra no fluxo aduaneiro, onde pode ser:
- Liberado automaticamente
- Selecionado para fiscalização
- Tributado
- Retido para verificação adicional
Entender esse fluxo é essencial para ter expectativas realistas de prazo e custo.
“Quem quer aprender como importar da China precisa entender os impostos.”
Passo 1: Escolher onde comprar na China
O primeiro passo é escolher uma plataforma confiável. As mais usadas por iniciantes são:
- AliExpress – ideal para pequenas compras e testes
- Shopee Internacional – alternativa popular
- Shein – roupas e acessórios
- Alibaba – mais indicado para compras em grande volume
Para quem está começando, o mais recomendado é:
Iniciar pelo AliExpress, com compras de baixo valor, para aprender o processo antes de investir mais.
Antes de comprar, verifique sempre:
- Avaliação do vendedor
- Número de vendas
- Comentários de outros compradores
- Política de reembolso
Evite fornecedores que pedem pagamento fora da plataforma ou oferecem “atalhos” para burlar a fiscalização.
Passo 2: Escolher o produto certo para importar
Nem todo produto é ideal para iniciantes. Alguns critérios importantes:
Produtos mais indicados para começar
- Acessórios eletrônicos
- Itens de baixo valor
- Produtos leves
- Mercadorias sem restrições sanitárias
Produtos que exigem mais cuidado
- Alimentos
- Cosméticos
- Medicamentos
- Produtos com bateria
- Itens controlados por órgãos reguladores
Quanto mais simples o produto, menor o risco no início.
Passo 3: Entender limites de valor e regras de tributação
Antes de finalizar qualquer compra, você precisa entender:
- Qual é o valor máximo permitido
- Quando sua encomenda pode ser taxada
- Quais impostos podem incidir
De forma geral:
- Compras até US$ 50 entre pessoas físicas podem ser isentas
- Compras acima desse valor podem pagar:
- 60% de Imposto de Importação
- ICMS em alguns estados
Com o programa Remessa Conforme, as regras mudaram e muitas plataformas passaram a cobrar os impostos já no momento da compra.
Isso trouxe mais previsibilidade, mas também exige atenção ao preço final real.
Passo 4: Calcular o custo real da importação
Um dos maiores erros é olhar apenas o preço do produto.
Você deve considerar:
- Valor do produto
- Frete internacional
- Imposto de Importação
- ICMS (se aplicável)
- Taxa dos Correios
Fórmula simplificada:
Custo final = Produto + Frete + Impostos + Taxas
Somente depois de calcular tudo você saberá se realmente vale a pena importar.
“Saber como importar da China corretamente evita prejuízos.”
Passo 5: Acompanhar a fiscalização da Receita Federal
Quando o produto chega ao Brasil, ele passa por:
- Análise de documentos
- Verificação do valor declarado
- Conferência do tipo de mercadoria
Se for tributado, você deve:
- Acessar o site dos Correios
- Consultar a encomenda
- Visualizar o valor do imposto
- Efetuar o pagamento
- Aguardar a liberação
Somente depois disso a encomenda segue para entrega.
Passo 6: Prazo de entrega e acompanhamento
Os prazos variam conforme:
- Tipo de frete
- Plataforma
- Fiscalização
- Período do ano
Em média:
- Frete econômico: 20 a 60 dias
- Frete expresso: 7 a 20 dias
Você pode acompanhar tudo pelo código de rastreamento.
Erros comuns de quem começa a importar
Alguns erros que mais causam prejuízo:
- Comprar produtos proibidos
- Declarar valor incorreto
- Não calcular impostos antes
- Importar em grande quantidade logo no início
- Confiar em fornecedores sem reputação
Evitar esses erros é o que separa quem economiza dinheiro de quem tem dor de cabeça.
Importar como CPF ou CNPJ: o que muda?
Como CPF
- Mais simples
- Menos burocracia
- Limites de valor menores
- Ideal para iniciantes
Como CNPJ
- Permite volumes maiores
- Exige mais documentação
- Pode exigir Radar
- Indicado para negócios estruturados
Para começar, a maioria deve optar por CPF.
Perguntas frequentes sobre importação da China
É legal importar da China?
Sim, desde que você siga as regras da Receita Federal.
Sempre serei taxado?
Não. Mas existe sempre a possibilidade de tributação.
Posso recorrer se achar a taxa errada?
Sim, é possível solicitar revisão.
Vale a pena importar em 2026?
Sim, desde que você planeje corretamente.
Conclusão: vale a pena importar da China em 2026?
Sim, vale a pena, desde que você:
- Entenda as regras
- Comece com valores baixos
- Planeje custos corretamente
- Evite atalhos ilegais
Importar da China pode ser uma excelente forma de economizar ou iniciar um negócio, mas exige informação, método e paciência.
Se você quer aprender com mais profundidade, recomendo começar pelo nosso guia completo sobre importação consciente, onde explicamos cada etapa com exemplos reais.
Importar produtos da China se tornou uma das principais formas de economizar dinheiro no Brasil e, para muitos, o primeiro passo para iniciar um negócio próprio. Com o crescimento das plataformas internacionais e as mudanças nas regras da Receita Federal, entender como importar da China corretamente em 2026 é mais importante do que nunca.
Se você está começando agora, é normal ter dúvidas sobre impostos, prazos, riscos e até mesmo medo de perder dinheiro. Este guia foi criado exatamente para isso: mostrar o passo a passo da importação da China, de forma clara, prática e segura, mesmo para quem nunca importou nada antes.
Ao longo deste artigo, você vai aprender:
- Como funciona o processo de importação do início ao fim
- Quais impostos e taxas podem ser cobrados
- Onde comprar com mais segurança
- Como calcular seus custos corretamente
- Quais erros você deve evitar para não ter prejuízo
Este é um guia introdutório, pensado para quem quer começar do jeito certo.
O que significa importar da China na prática?
Importar da China, na prática, significa comprar um produto em uma empresa estrangeira e trazê-lo legalmente para o Brasil, seguindo as regras da Receita Federal, dos Correios e das plataformas de venda.
Esse processo pode acontecer de duas formas principais:
- Importação para uso pessoal (CPF)
- Importação para revenda ou negócio (CNPJ)
Na importação como pessoa física, o foco costuma ser consumo próprio ou pequenas quantidades. Já na importação como pessoa jurídica, entram regras mais complexas, como habilitação no Radar, despacho aduaneiro e regimes especiais.
Um erro comum de iniciantes é acreditar que importar é apenas “comprar e esperar chegar”. Na realidade, existe um processo logístico, fiscal e aduaneiro que precisa ser compreendido para evitar problemas como multas, retenções ou perdas financeiras.
Como funciona o processo de importação da China
De forma resumida, o processo de importação segue estas etapas:
- Escolha do produto e do fornecedor
- Realização do pagamento internacional
- Envio do produto ao Brasil
- Fiscalização pela Receita Federal
- Possível cobrança de impostos
- Liberação e entrega pelos Correios ou transportadora
Cada uma dessas etapas envolve cuidados específicos.
Quando o produto chega ao Brasil, ele entra no fluxo aduaneiro, onde pode ser:
- Liberado automaticamente
- Selecionado para fiscalização
- Tributado
- Retido para verificação adicional
Entender esse fluxo é essencial para ter expectativas realistas de prazo e custo.
Passo 1: Escolher onde comprar na China
O primeiro passo é escolher uma plataforma confiável. As mais usadas por iniciantes são:
- AliExpress – ideal para pequenas compras e testes
- Shopee Internacional – alternativa popular
- Shein – roupas e acessórios
- Alibaba – mais indicado para compras em grande volume
Para quem está começando, o mais recomendado é:
Iniciar pelo AliExpress, com compras de baixo valor, para aprender o processo antes de investir mais.
Antes de comprar, verifique sempre:
- Avaliação do vendedor
- Número de vendas
- Comentários de outros compradores
- Política de reembolso
Evite fornecedores que pedem pagamento fora da plataforma ou oferecem “atalhos” para burlar a fiscalização.
Passo 2: Escolher o produto certo para importar
Nem todo produto é ideal para iniciantes. Alguns critérios importantes:
Produtos mais indicados para começar
- Acessórios eletrônicos
- Itens de baixo valor
- Produtos leves
- Mercadorias sem restrições sanitárias
Produtos que exigem mais cuidado
- Alimentos
- Cosméticos
- Medicamentos
- Produtos com bateria
- Itens controlados por órgãos reguladores
Quanto mais simples o produto, menor o risco no início.
Passo 3: Entender limites de valor e regras de tributação
Antes de finalizar qualquer compra, você precisa entender:
- Qual é o valor máximo permitido
- Quando sua encomenda pode ser taxada
- Quais impostos podem incidir
De forma geral:
- Compras até US$ 50 entre pessoas físicas podem ser isentas
- Compras acima desse valor podem pagar:
- 60% de Imposto de Importação
- ICMS em alguns estados
Com o programa Remessa Conforme, as regras mudaram e muitas plataformas passaram a cobrar os impostos já no momento da compra.
Isso trouxe mais previsibilidade, mas também exige atenção ao preço final real.
Passo 4: Calcular o custo real da importação
Um dos maiores erros é olhar apenas o preço do produto.
Você deve considerar:
- Valor do produto
- Frete internacional
- Imposto de Importação
- ICMS (se aplicável)
- Taxa dos Correios
Fórmula simplificada:
Custo final = Produto + Frete + Impostos + Taxas
Somente depois de calcular tudo você saberá se realmente *vale a pena importar
Segundo o site da Receita Federal, regras de tributação da importação são definidas pela legislação aduaneira. : https://www.gov.br/receitafederal/pt-br